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quinta-feira, 29 de abril de 2010

VAMOS JUNTOS, AJUDAR O PLANETA?


Assisti, dias atrás, no programa Roda Viva, da TV Cultura, uma entrevista com o biólogo Fernando Reinach. Professor licenciado da USP saiu, por vontade própria, (coisa muito rara nas universidades federais e estaduais) para montar sua própria empresa. É também colunista do Jornal O Estado de São Paulo.
É claro que fui pesquisar seus “escritos”! Fiquei admirado de como alguém pode “falar” sobre biologia, de uma forma tão clara e fácil! Achei um texto, em que ele incentiva a escrever aqueles que querem mostrar suas ideias. Sempre gostei muito de ecologia e respeito ao planeta, mas me sinto ainda um pouco inseguro em escrever a respeito, pois não sou da área e muito menos especialista no assunto. Senti-me incentivado! Pensei, se a biologia pode ficar “tão fácil” a ecologia também!
Preocupo-me bastante com o que nós, os seres humanos, estamos fazendo com nosso planeta. Preocupo-me ainda mais com o futuro de nossos netos, os meus e os seus, caro leitor e sempre achei que podia fazer algo a respeito.
Inicialmente procurava, em todas as mídias possíveis, quais cuidados eu deveria ter para economizar o planeta. Passei a diminuir o uso do meu carro e usar combustível menos poluente, procuro andar mais de bicicleta (Também por simpatia ao esporte e pelas amizades que me permite fazer), procurei diminuir o consumo e a produção de lixo em minha casa (Aquelas embalagens, que muitas vezes parecem muito práticas, podem ser extremamente danosas ao meio ambiente.), separei o lixo reciclável, nunca mais joguei óleo pelo ralo, etc...
Depois, percebi que muitas pessoas, assim como eu, querem preservar o planeta, mas não sabem como e o que fazer. Alguns, até já faziam algo, mas insuficiente na prática. Percebi que as dúvidas são muitas e as inseguranças, idem.
Comecei a escrever nesta coluna, embora modestamente, achados de minhas pesquisas, para que mais pessoas possam “praticar ecologia”, pelo menos, em suas casas. É claro que O Diário de Penápolis não é o estadão, mas é um jornal importante e com alcance regional. Por que não usar essa “arma” em benefício da Terra?
Depois, pensei em mim mesmo. Será que estou fazendo tudo que é possível? Seria muito legal se pudesse haver uma discussão a esse respeito. Ultimamente estou tentando fazer uma conexão mais próxima com você que me lê agora. Pode ser que você tenha idéias importantes e que mereçam ser debatidas. Um grande amigo me ajudou e montei um BLOG. Espero que seja um canal de comunicação entre muitas pessoas. Pretendo comentar assuntos como este, relacionados à ecologia, mas também, relações humanas e é claro, odontologia! É um espaço para que você interaja com mais pessoas. Visite e participe! O endereço é: http://www.duiliotonelli.blogspot.com/
Ainda estou “engatinhando” neste veículo, mas acho que pode ser promissor...


Este artigo foi publicado no dia 28 de abril de 2010 e reflete a preocupação com a "saúde" da Terra
Leia, participe e faça sua parte. Nosso planeta agradece!


Quer mais notícias de Penápolis e região? Clique aqui.

O Duilio é um ecologista amador. Procura usar este espaço para incentivar ações de preservação do planeta e busca alternativas para todos vivam melhor. Agora está na internet e tenta ser “multimídia”.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Jornal - O Diário de Penápolis


A Matéria Avatar (Ver publicações de janeiro, do lado direito deste Blog) foi publicada em O Diário de Penápolis no dia 13/01/2010.
Quer ler matérias como esta e ainda se atualizar sobre tudo o que acontece em Penápolis e região?
Clique neste link - http://www.diariodepenapolis.com.br/site/
Boa leitura.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

AMOR AO PRÓXIMO E RESPEITO À NATUREZA. LIÇÕES DE AVATAR.




No final de dezembro, estive em Campinas, visitando minha filha. A pedido dela fomos assistir AVATAR. Até então imaginava que seria um filme “bobinho”, recheado de efeitos especiais. Tive uma grande surpresa! É um filme emocionante e condizente com os tempos em que vivemos. Uma estória comovente, baseada nos conflitos entre os interesses financeiros, amor entre os seres vivos e destruição dos recursos naturais. Está achando parecido com o momento em que passamos? Se você também acha que a humanidade precisa rever seus valores em relação ao próximo, em relação à natureza e em relação ao crescimento econômico, vai se identificar com o filme, assim como eu.
Acho que qualquer pessoa, que ligue a TV, tem acompanhado perplexo, os problemas ambientais que estamos vivendo. Destruições sem precedentes! Até o Brasil, que quase não convivia com tragédias, está assolado por enchentes e mortes, destruição de patrimônio histórico e daí por diante... Assisti ao filme justamente quando a 15ª Conferência das Partes (COP 15), realizada pela ONU, chegava ao seu fim (na sexta-feira, 18 de dezembro), com um resultado aquém do esperado. Durante duas semanas, o mundo voltou-se para Copenhague, na expectativa de fechamento de um acordo de redução das emissões de gases agravadores do efeito estufa produzidas pela ação humana. O planeta passa por uma crise ambiental sem precedentes; vivemos um modelo de desenvolvimento ecologicamente predatório e a “tal reunião” mostrou discursos acalorados e muitas promessas, mas não chegou a lugar nenhum! Mesmo tratando-se de uma ficção, quem sabe o longa não serve de exemplo e inspiração para um maior compromisso dos líderes mundiais na COP 16?
Bom, voltando ao filme... A trama conta a história de um fuzileiro naval paraplégico. Ele é enviado para uma missão especial em Pandora, um planeta dotado de florestas tropicais parecidas com a amazônica. A colônia terráquea lá instalada se ocupa do garimpo de um minério raríssimo e valioso, visto como a solução para a crise energética da Terra. Porém, a extração deste mineral exige a destruição de muitos recursos naturais do planeta e ainda entra em confronto com os humanóides azuis de três metros de altura que habitam Pandora. A cultura destes nativos respeita todas as formas de vida, baseando-se na crença de que todos os seres da natureza fazem parte de uma grande rede de troca de energias. (Valores que os seres humanos parecem ter perdido há algum tempo...)
O filme traz ainda seqüências sedutoras da natureza e dos nativos de Pandora, exibindo suas crenças, paralelamente ao seu relacionamento de perfeito equilíbrio com o meio ambiente e de respeito com ao planeta.
Bom, não vou contar mais nada! Vá e assista! Aproveite para fazer uma auto-avaliação... Eu fiz, e levei um bom “puxão de orelhas”!

O Duilio é um apaixonado pela natureza. Acompanha, decepcionado os acontecimentos mundiais e tenta fazer “a sua parte” para a preservação do meio ambiente.