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terça-feira, 11 de maio de 2010

Cuidado com dentição deve começar ainda na gestação.

Entrevista concedida ao repórter Lucas Araujo e publicada no Jornal INTERIOR no dia 08/05/2010
QUANTO ANTES, MELHOR!

Duilio e sua paciente Beatriz.
Está sem equipamentos de segurança apenas para "posar” para a foto.

O nascimento do primeiro dentinho é sempre uma emoção para os pais, que acompanham gradativamente a evolução da criança, desde a amamentação, perda dos dentes de leite e formação total da arcada dentária. Cada momento representa para a criança uma importante fase para o desenvolvimento.
Entretanto, o que muitas vezes passa despercebido são os cuidados necessários que refletem em toda a vida da criança. Por isso os pais devem atentar às orientações do dentista Duilio Tonelli, que reforça a preocupação com a dentição do filho desde a quarta semana de gestação.
Cronologicamente, neste período inicia a formação dos dentes decíduos ou “de leite”. Depois, aos quatro meses, os primeiros permanentes, momento em que a mãe deve tomar muito cuidado com os alimentos que vai ingerir, pois é quando o feto começa a descobrir os sabores.
“Se a mãe ingerir muito açúcar e gordura, serão os alimentos mais necessitados no futuro pela criança. A mãe deve se preocupar também com sua higiene bucal. Se ela tiver menos bactérias na boca, o filho terá menos cárie depois. O cuidado precoce beneficia o crescimento e o desenvolvimento da criança”, esclarece o dentista.
Antes de nascerem os primeiros dois dentes, os incisivos inferiores, aos seis meses de vida, os pais devem se preocupar em massagear a gengiva do filho, usando uma frauda umedecida enrolada na ponta do dedo, ou se preocupando com a formação óssea. Um ortodontista deve ser consultado antes do nascer dos dentes.

Radiografia mostrando um típico caso de falta de espaço para os dentes permanentes.
Notem como os dentes superiores não têm espaço para "nascerem corretamente”.

“Não tenha dúvidas em relação a dentes, ossos, crescimento bucal e facial de seu filho. Muitas vezes, problemas pequenos, que poderiam ser facilmente resolvidos na criança, se perpetuam e podem virar um grande problema no adulto. Tenha seu dentista como um amigo. Consulte-o”, acrescenta.
Numa primeira visita, são avaliados fala, postura da língua e outras questões da arcada dentária. Caso seja diagnosticado algum problema, o acompanhamento deverá ter continuidade. A partir dos cinco anos, já é possível a utilização do aparelho ortodôntico para o tratamento de correções para a malformação dentofacial.
"Os tratamentos mais indicados na infância são os ortopédicos. Eles tratam os ossos e os músculos da face com a finalidade de corrigi-los, necessitando continuidade em um segundo momento com aparelhos ortodônticos. Esta é a primeira fase do tratamento", esclarece Tonelli.

"Sorrisos" como este poderiam ser evitados, se tratados adequadamente.

Os pais devem ficar atentos a questões, como dificuldades para comer ou engolir, respiração bucal, problemas de fala, entre outros. O uso do fio dental deve ser estimulado desde cedo, para que se torne hábito.
No caso de cárie, deve ser evitada mesmo no dente “de leite”.
Mesmo que naturalmente acabe caindo para o surgimento do permanente, a cárie continuará presente. Ela não é provocada pelo açúcar, mas por uma bactéria que se alimenta dele e libera um ácido em seu dejeto, que causa a cárie.

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

VAMOS JUNTOS, AJUDAR O PLANETA?


Assisti, dias atrás, no programa Roda Viva, da TV Cultura, uma entrevista com o biólogo Fernando Reinach. Professor licenciado da USP saiu, por vontade própria, (coisa muito rara nas universidades federais e estaduais) para montar sua própria empresa. É também colunista do Jornal O Estado de São Paulo.
É claro que fui pesquisar seus “escritos”! Fiquei admirado de como alguém pode “falar” sobre biologia, de uma forma tão clara e fácil! Achei um texto, em que ele incentiva a escrever aqueles que querem mostrar suas ideias. Sempre gostei muito de ecologia e respeito ao planeta, mas me sinto ainda um pouco inseguro em escrever a respeito, pois não sou da área e muito menos especialista no assunto. Senti-me incentivado! Pensei, se a biologia pode ficar “tão fácil” a ecologia também!
Preocupo-me bastante com o que nós, os seres humanos, estamos fazendo com nosso planeta. Preocupo-me ainda mais com o futuro de nossos netos, os meus e os seus, caro leitor e sempre achei que podia fazer algo a respeito.
Inicialmente procurava, em todas as mídias possíveis, quais cuidados eu deveria ter para economizar o planeta. Passei a diminuir o uso do meu carro e usar combustível menos poluente, procuro andar mais de bicicleta (Também por simpatia ao esporte e pelas amizades que me permite fazer), procurei diminuir o consumo e a produção de lixo em minha casa (Aquelas embalagens, que muitas vezes parecem muito práticas, podem ser extremamente danosas ao meio ambiente.), separei o lixo reciclável, nunca mais joguei óleo pelo ralo, etc...
Depois, percebi que muitas pessoas, assim como eu, querem preservar o planeta, mas não sabem como e o que fazer. Alguns, até já faziam algo, mas insuficiente na prática. Percebi que as dúvidas são muitas e as inseguranças, idem.
Comecei a escrever nesta coluna, embora modestamente, achados de minhas pesquisas, para que mais pessoas possam “praticar ecologia”, pelo menos, em suas casas. É claro que O Diário de Penápolis não é o estadão, mas é um jornal importante e com alcance regional. Por que não usar essa “arma” em benefício da Terra?
Depois, pensei em mim mesmo. Será que estou fazendo tudo que é possível? Seria muito legal se pudesse haver uma discussão a esse respeito. Ultimamente estou tentando fazer uma conexão mais próxima com você que me lê agora. Pode ser que você tenha idéias importantes e que mereçam ser debatidas. Um grande amigo me ajudou e montei um BLOG. Espero que seja um canal de comunicação entre muitas pessoas. Pretendo comentar assuntos como este, relacionados à ecologia, mas também, relações humanas e é claro, odontologia! É um espaço para que você interaja com mais pessoas. Visite e participe! O endereço é: http://www.duiliotonelli.blogspot.com/
Ainda estou “engatinhando” neste veículo, mas acho que pode ser promissor...


Este artigo foi publicado no dia 28 de abril de 2010 e reflete a preocupação com a "saúde" da Terra
Leia, participe e faça sua parte. Nosso planeta agradece!


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O Duilio é um ecologista amador. Procura usar este espaço para incentivar ações de preservação do planeta e busca alternativas para todos vivam melhor. Agora está na internet e tenta ser “multimídia”.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

AMOR AO PRÓXIMO E RESPEITO À NATUREZA. LIÇÕES DE AVATAR.




No final de dezembro, estive em Campinas, visitando minha filha. A pedido dela fomos assistir AVATAR. Até então imaginava que seria um filme “bobinho”, recheado de efeitos especiais. Tive uma grande surpresa! É um filme emocionante e condizente com os tempos em que vivemos. Uma estória comovente, baseada nos conflitos entre os interesses financeiros, amor entre os seres vivos e destruição dos recursos naturais. Está achando parecido com o momento em que passamos? Se você também acha que a humanidade precisa rever seus valores em relação ao próximo, em relação à natureza e em relação ao crescimento econômico, vai se identificar com o filme, assim como eu.
Acho que qualquer pessoa, que ligue a TV, tem acompanhado perplexo, os problemas ambientais que estamos vivendo. Destruições sem precedentes! Até o Brasil, que quase não convivia com tragédias, está assolado por enchentes e mortes, destruição de patrimônio histórico e daí por diante... Assisti ao filme justamente quando a 15ª Conferência das Partes (COP 15), realizada pela ONU, chegava ao seu fim (na sexta-feira, 18 de dezembro), com um resultado aquém do esperado. Durante duas semanas, o mundo voltou-se para Copenhague, na expectativa de fechamento de um acordo de redução das emissões de gases agravadores do efeito estufa produzidas pela ação humana. O planeta passa por uma crise ambiental sem precedentes; vivemos um modelo de desenvolvimento ecologicamente predatório e a “tal reunião” mostrou discursos acalorados e muitas promessas, mas não chegou a lugar nenhum! Mesmo tratando-se de uma ficção, quem sabe o longa não serve de exemplo e inspiração para um maior compromisso dos líderes mundiais na COP 16?
Bom, voltando ao filme... A trama conta a história de um fuzileiro naval paraplégico. Ele é enviado para uma missão especial em Pandora, um planeta dotado de florestas tropicais parecidas com a amazônica. A colônia terráquea lá instalada se ocupa do garimpo de um minério raríssimo e valioso, visto como a solução para a crise energética da Terra. Porém, a extração deste mineral exige a destruição de muitos recursos naturais do planeta e ainda entra em confronto com os humanóides azuis de três metros de altura que habitam Pandora. A cultura destes nativos respeita todas as formas de vida, baseando-se na crença de que todos os seres da natureza fazem parte de uma grande rede de troca de energias. (Valores que os seres humanos parecem ter perdido há algum tempo...)
O filme traz ainda seqüências sedutoras da natureza e dos nativos de Pandora, exibindo suas crenças, paralelamente ao seu relacionamento de perfeito equilíbrio com o meio ambiente e de respeito com ao planeta.
Bom, não vou contar mais nada! Vá e assista! Aproveite para fazer uma auto-avaliação... Eu fiz, e levei um bom “puxão de orelhas”!

O Duilio é um apaixonado pela natureza. Acompanha, decepcionado os acontecimentos mundiais e tenta fazer “a sua parte” para a preservação do meio ambiente.